Bem-vindo a esta embarcação!!
Contamos contigo para partilhar e cruzar os mares desta bela aventura!!
Neste blog terás de mostrar o que vales para conquistares a Barca do Paraíso...![]()
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Como já te apercebeste, estamos a falar da grandiosa obra de Gil Vicente, Auto da Barca do Inferno.
Vem visitar-nos brevemente, pois teremos algo para ti!!!
Pois é, era excelente que o nosso colégio ficasse entre as 10 melhores escolas! Se isso não acontecer, ao menos já aprendemos muito mais sobre a internet. Mas como a esperança é a última a morrer, quem sabe, ainda vêem as CSI na televisão.
Como qualquer outra equipa, entre testes, trabalhos, aulas, intervalos inexistentes… lá conseguimos fazer um blog apresentável.
Por detrás desta coisa colorida, com textos imagens e videos, a que chamamos de blog, está um enorme trabalho… Fizemos o nosso melhor! E a verdade é que não somos umas “prós” nisto!
É claro que também tivemos o apoio de alguns professores, que, só por darem uma pequena opinião, nos ajudaram, e muito! Principalmente, Prof. ZULMIRA BRAGA, Prof. Elsa Ascenso, Prof. Bruno Agostinho, Prof. Filipa Santos… e até os nossos amigos, que nos apoiaram quando já estávamos cansadas… Muito obrigada a todos eles!
Vamos ver se todo este esforço valeu a pena!
Apesar da grande concorrência, estamos esperançosas que o nosso colégio ainda se vai tornar numa escola do futuro, através das CSI!
Muito obrigada também ao Sapinho, por esta magnífica ideia!!!
Com o desafio SAPO a chegar ao fim, somos sinceras, esta tarefa foi a mais dificil de realizar, porque nesta altura do concurso as nossas ideias já não são as melhores.
Contudo, as CSI decidiram fazer um pequeno apelo, pois é neste jogo da vida que mostramos o que somos e o que valemos como pessoas.
Nós, que embarcámos nesta aventura, que é a vida, não podemos desistir das coisas, temos de ter personalidade, saber dizer NÃO quando necessário, e ter força de vontade para nos afirmarmos perante as pessoas!
Por isso aproveita a vida, cria os teus objectivos, aceita as regras deste jogo, corre riscos e embarca nesta aventura, porque o que nesta vida tivermos de passar, certamente teremos a recompensa mais tarde!
Fontes:
http://pesquisa.sapo.pt/search/HP?enc=ut
http://pesquisa.sapo.pt/search/HP?enc=ut
Acedido em 03/02/07
Manual de Língua Portuguesa do 9ºAno "Aula Viva", Porto Editora
Gil Vicente, um grande dramaturgo português, escreveu, em 1517, o Auto da Barca do Inferno, com o objectivo de moralizar a população acerca dos vícios e defeitos dos vários sectores sociais e profissionais, mostrando que o nosso comportamento em Terra pode determinar o nosso futuro depois da morte.
Nesta obra criticou:
*a nobreza (através do fidalgo), que se achava superior às outras camadas sociais e que, por isso, achava que devia ter privilégios;
*os onzeneiros (profissão da altura) que cobravam juros excessivos, roubavam indirectamente as pessoas, enriquecendo assim;
*alguns grupos profissionais (através do sapateiro), que, apesar do trabalho mal feito, cobravam bastante e, que viviam uma falsa dedicação à Igreja;
*os membros do clero (através do frade) que eram infiéis à Igreja;
*as alcoviteiras (através da alcoviteira), que desencaminhavam raparigas ao introduzi-las na prostituição;
*os judeus (através do judeu), que eram descriminados por toda a população, por praticarem uma religião marginal à Igreja Católica;
*os membros da justiça (através do corregedor e do procurador), que julgavam com malícia, favorecendo os que ofereciam a melhor prenda (eram subornados);
*os ladrões e pessoas que se suicidam (através do enforcado), que acham que por terem estado na prisão e por se terem suicidado, merecem a salvação.
Também mostrou, com o Parvo e com os Quatro Cavaleiros, que existem pessoas boas, simples e que lutam pelo bem comum.
Isto foi no século XVI… Agora estamos no século XXI…
Vejamos! Será que estes vicios e defeitos não se mantém?!
Continuam a existir pessoas que se acham superiores, que são corruptas, infiéis, subornadoras ou subornadas, maldosas… E, também, por muito poucas que sejam, ainda existem pessoas simples, boas, que lutam pelo bem comum.
Aqui ficam alguns exemplos:
De certeza que que já ouviu falar do caso muito falado, “Apito Dourado”. Aqui temos um bom exemplo de corrupção, suborno…
Continua a haver prostituição; cada vez mais suicídios; a sociedade mais “rica” continua a achar-se superior; os membros da Igreja continuam a ser infiéis; continua a haver um “choque” entre religiões…
…
A que conclusão chegamos? Gil Vicente escreveu este Auto para moralizar a sociedade, em 1517, mas podia tê-lo escrito agora, em 2007, que continuava a adaptar-se à sociedade.
Fontes:
http://www.csarmento.uminho.pt/nev_2.asp
http://pwp.netcabo.pt/0511134301/vicente.h
Acedido em 02/02/07
http://www.instituto-camoes.pt/cvc/cdrom/1
Acedido em 23/02/07
Manual de Língua Portuguesa do 9ºAno "Aula Viva", Porto Editora
** Visto que, sobre a vida de Gil Vicente, existem poucos dados, as CSI criaram uma pequena entrevista imaginária, passando para a representação de um Gil Vicente do século XXI. Decidimos assim, fazer umas breves questões a este grande escritor do século XVI, mas um pouco mais actual.
Obrigada!!
Fontes:
http://www.csarmento.uminho.pt/nev_2.asp
http://pwp.netcabo.pt/0511134301/vicente.h
Acedido em 02/02/07
Manual de Língua Portuguesa do 9ºAno "Aula Viva", Porto Editor
Finalmente!!!
Já está pronta a entrevista!!! Podem ver!!!
*Gil Vicente - Catarina
*Jornalista - Ângela
*CamaraWoman - Joana
*Técnica de Imagem - Joana Sousa
*Técnica de Som - Lara
O Auto da Barca do Inferno, uma moralidade, foi escrito por Gil Vicente, em 1517, a pedido de D. Leonor para o rei D. Manuel I. Este Auto não apresenta divisões em actos, mas é composto por 11 cenas. A peça não apresenta uma acção dramática clássica, mas sim um desfile de personagens (tipo), que aparecem num cais para serem julgados após a morte, sendo criticados por personagens alegóricas (Anjo e Diabo), embarcando, depois, na barca que lhes está destinada.
Gil Vicente foi um dos principais animadores da Corte, escrevendo, encenado e representando vários autos. Gil Vicente é considerado um autor de transição entre a Idade Média e o Renascimento, pois a estrutura das suas peças e os temas que estas tratam são desenvolvimento do teatro medieval, contudo, alguns dos aspectos críticos apontam para uma concepção humanista. Em muitos dos seus autos defende concepções e valores medievais, mas outras vezes assume posições críticas muito próximas daquelas que eram defendidas pelos humanistas europeus. O Teatro Vicentino é essencialmente satírico: faz uma crítica social e provoca o riso. As peças de Gil Vicente não são qualificáveis num só grupo, mas sim em três: obras de devoção, farsas e comédias; ou então, para estudiosos mais recentes: autos cavaleirescos e pastoris, farsas e alegorias de temas profanos; encontrando-se na mesma peça elementos de vários desses tipos. Gil Vicente revela um génio dramático invulgar, capaz de procurar e encontrar soluções técnicas à medida das necessidades, sendo encarado como o verdadeiro criador do teatro nacional. A dimensão e a riqueza da sua obra são um retrato vivo da sociedade portuguesa, no início do século XVI, onde estão presentes todas as classes sociais, com os seus traços específicos, vícios e problemas. Também em valor linguístico a sua obra é inestimável, constituindo seguramente a melhor fonte de informação sobre os falares desta época. O Teatro Vicentino assume um carácter simbólico, fazendo com que as personagens não sejam identificadas por nomes, mas sim pelo grupo profissional ou classe social. Gil Vicente fez do teatro uma moralidade, retratando as suas obras a degradação dos costumes, a alcoviteirice, a infidelidade conjugal, a feitiçaria, a superstição,a usura, a imoralidade dos religiosos, a incompetência dos médicos… A obra-prima de Gil Vicente é formada pela “Trilogia das Barcas”: Auto da Barca do Inferno; Auto da Barca do Purgatório e Auto da Barca da Glória, tendo como tema o julgamento das almas após a morte, com a representação alegórica de duas barcas que conduzem os mortos ao Inferno ou ao Paraíso, conforme o seu comportamento na vida terrestre. A primeira obra de Gil Vicente foi Monólogo do Vaqueiro (Auto da Visitação), em 1502, escrita para celebrar o nascimento do príncipe D. João, futuro rei D. João III e, a última foi Floresta de Enganos, em 1536, ano da sua morte.
Fontes:
http://pwp.netcabo.pt/0511134301/vicente.h
http://www.csarmento.uminho.pt/nev_2.asp
Acedido em 02/02/07
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Pouco se sabe sobre a vida de Gil Vicente, um grande dramaturgo português, mas pensa-se que terá nascido em 1465, em Guimarães, e, que terá falecido em Lisboa, provavelmente em 1536. É certo que Gil Vicente desenvolveu uma notável actividade teatral e, que esteve ao serviço da Corte, organizando os festejos palacianos. Gil Vicente casou duas vezes e teve cinco filhos, dos quais de destacam Paula e Luís Vicente. Luís Vicente foi responsável pela edição da compilação das obras do pai, e Paula era uma mulher invulgarmente culta. Não se sabe ao certo quem foi Gil Vicente, visto que, dessa época, existem vários documentos sobre a existência de mais dois Gil Vicentes. Um deles era ourives da Corte, a quem foi atribuída a famosa "Custódia de Belém" (1506), uma obra-prima da Ourivesaria Portuguesa. O outro foi "Mestre da Balança" da Casa da Moeda. Apesar de alguns autores defenderem que o dramaturgo, o ourives e o "Mestre da Balança" eram a mesma pessoa, não o é possível provar de forma incontestável.
Fontes:
http://pwp.netcabo.pt/0511134301/vicente.h
http://www.csarmento.uminho.pt/nev_2.asp
Acedido em 02/02/2007
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